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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Arquivos verdadeiros do Exorcismo de Anneliese Michel

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No final de uma estrada em uma pequena cidade da Baviera está localizada uma casa comum, com suas paredes brancas sujas e janelas desgastadas pelo tempo. Mas por trás daquela porta trancada e daquelas persianas abaixadas, um conto sombrio extraordinário de horror se esconde.
Trinta e nove anos atrás esta casa estava cheia de medo. As noites foram pontuadas por uivos e gritos, as manhãs cheias de vozes estranhas. Os vizinhos não sabiam na época, mas o que estavam ouvindo era o exorcismo de uma jovem mulher que em breve iria morrer.

Na época, acreditava-se que Anneliese Michel, uma estudante de 23 anos de idade, havia sido possuída por seis espíritos demoníacos que não saiam do seu corpo. Depois de suportar 67 rituais de exorcismo ao longo de nove meses, ela sucumbiu à fome em 1976.
Obrigou-se a jejuar, acreditando que isso iria livrá-la da influência de Satanás, e quando morreu pesava menos de 30 quilos. “Mãe”, disse ela pouco antes de morrer, “estou com medo”.
A história inspirou o filme ´´O exorcismo de Emily Rose´´. Os pais de Anneliese, Anna e Josef, foram levados a julgamento pelo assassinato de sua filha ao lado dos dois pastores que realizaram os exorcismos. Todos foram considerados culpados de homicídio negligente ao permitir que ela morresse de fome e foram condenados à seis meses de prisão e três anos de condicional.

A mãe de Anneliese, que ainda vive na casa em que a filha morreu, nunca se recuperou completamente desses tempos terríveis. Seu marido morreu há dezesseis anos e suas três filhas sobreviventes se afastaram. Então, Anna Michel, agora na casa dos oitenta, carrega o fardo da memória sozinha. Seu quarto tem vista para o cemitério onde Anneliese está enterrada sob uma cruz de madeira que leva seu nome e a inscrição “Descansando com Deus”.
A casa é mais tranquila agora, mas a dor ainda é evidente. “Eu não quero ver o filme e eu não sei nada sobre isso”, diz a Sra Michel. “Eu sinto falta de Anneliese, claro. Ela era minha filha. Eu posso ver seu túmulo de casa. Eu visito ela muitas vezes e levo flores”.
Por um momento, é fácil esquecer sua história turbulenta. Ela se parece com uma tia benigna, de contornos suaves, com um cabelo branco frágil escondido sob um chapéu preto. Ela claramente não gosta de falar sobre a morte de Anneliese e, até agora, tem se mantido um silêncio.
Mas ela não se arrepende do que fez. Uma mulher profundamente religiosa, ela insiste que o exorcismo foi justificado. “Eu sei que fiz a coisa certa, porque eu vi o sinal de Cristo em suas mãos”, diz ela com uma voz surpreendentemente forte para alguém tão frágil. “Ela estava tendo estigmas e isso foi um sinal de Deus para que exorcizássemos seus demônios. Ela morreu para salvar outras almas perdidas, para expiar seus pecados.

 

29“Anneliese era uma menina bondosa, amorosa, doce e obediente. Mas quando ela estava possuída, não era algo natural, algo que você pode explicar”. Ela faz uma pausa. Desde o início, a vida de Anneliese foi governada pelo medo. Sua família era profundamente religiosa. Seu pai havia pensado em se tornar pastor e três de suas tias eram freiras. Mas os Michels tinham um segredo. Em 1948, a mãe de Anneliese deu a luz a uma filha ilegítima, Martha, trazendo desgraça sobre sua família, e foi forçada a usar um véu preto no dia de seu casamento. Quando Anneliese nasceu, em 1952, sua mãe a incentivou a expiar os pecados de ilegitimidade através de uma fervorosa devoção. Mas Martha acabou morrendo aos oito anos de idade por complicações decorrentes de uma operação para remover um tumor no rim. Anneliese, uma menina de bom coração e profundamente sensível, deve ter sentido os efeitos da pressão, cada vez mais fortes, para fazer penitência por sua mãe.


Ela encontrou-se cada vez mais cercada pela evidência do pecado e cada vez mais ansiosa para se livrar dele. Enquanto as outras crianças na década de 1960 se rebelavam, testando os limites da sua liberdade, Anneliese dormia nua sobre um chão de pedra para expiar os pecados dos viciados em drogas que dormiam na estação de trem local.
Em 1968, aos 17 anos, ela começou a sofrer convulsões. Embora inicialmente diagnosticada com epilepsia, ela começou a ter alucinações demoníacas enquanto orava. Em 1973 ela estava sofrendo de depressão grave e considerando o suicídio. Vozes em sua cabeça diziam que ela estava condenada. Ela pediu ao padre local por um exorcismo e ele negou por duas vezes.
Mas, aos poucos, o quadro de Anneliese piorou ainda mais. Ao fazer as suas 600 genuflexões diárias, um dia acabou rompendo os ligamentos do joelho. Ela rastejou para baixo de uma mesa e começou a latir como um cão por dois dias. Passou a comer aranhas, carvão e até mordeu a cabeça de um pássaro morto. Ela ainda lambeu sua própria urina do chão e podia ser ouvida através das paredes gritando por horas.

Em 1975 seu terceiro pedido de exorcismo foi concedido pelo Bispo de Wurzburg. “Eu não me arrependo”, diz Anna Michel convicta. “Não havia outra maneira”. Nunca saberemos se havia. Por essa época, Anneliese havia recusado uma intervenção médica da Clínica Psiquiátrica de Wurzburg. Seus sintomas foram comparados com uma esquizofrenia e ela poderia responder ao tratamento.
Também houve especulações de que Anneliese poderia ter sido influenciada pelo lançamento em 1973 de ´´O Exorcista´´ de William Friedkin. Mas independente do que esteja por trás da sua perturbação, o exorcismo estava ´´na moda´´ naquela época.
Certamente, Anneliese não estava bem e precisava de ajuda. Seu exorcismo foi realizado pelo padre Arnold Renz e pelo pastor Ernst Alt, de acordo com o Ritual Romano de 1614. Foram realizadas duas sessões de quatro horas por semana por mais de nove meses. Os sacerdotes identificaram vários demônios, incluindo Lúcifer, Judas Iscariotes, Nero, Caim e Adolf Hitler, que falou com as inflexões austríacas corretas.

Quarenta e duas horas do processo foram gravadas e dizem que é aterrorizante. Rosnados humanos se misturam com gritos guturais de obscenidades e uma série de diálogos sobre os horrores do inferno entre cada um dos demônios. As sessões geralmente acabavam em brutalidade, com Anneliese pendurada de cabeça para baixo ou acorrentada na cadeira.

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Na primavera de 1976 Anneliese sofreu com uma pneumonia e perda de peso. Aos poucos foi enfraquecendo cada vez mais, até morrer em 1º de julho. Seus pais a enterraram ao lado de Martha, nas bordas exteriores do cemitério – terreno normalmente reservado para filhos ilegítimos e suicidas. Mesmo na morte, Anneliese não se livrou do pecado que tanto lutou para se redimir.
Hoje, os 2.000 habitantes de Klingenberg ainda não se sentem bem ao falar de Anneliese Michel. Um leve inquérito para os transeuntes é recebido com olhares hostis e um aceno de cabeça. “A cidade tem vergonha”, diz Christiana Metzler, de 42 anos, que trabalha numa agência de turismo. “Eu estava na escola quando aconteceu e tinha um monte de coisas encobertas. As pessoas não querem falar sobre isso. Há uma sensação de que a culpa foi dos pais, porque eles eram muito religiosos e não viram o que estava acontecendo. Às vezes peregrinos católicos visitam a sepultura, porque eles acham que ela pode salvar almas perdidas”.
É um passado que a Igreja se envergonha também. Em 1984 os bispos alemães pediram à Roma para rever o rito de exorcismo baseados no caso de Michel. Apesar das suas recomendações não serem adotadas, o Vaticano publicou uma revisão no ritual de exorcismo em 1999 – a primeira atualização desde o século 17 – e introduziu uma qualificação médica para que sacerdotes façam o exorcismo. 
“Eu não teria realizado o exorcismo [em Anneliese Michel]”, admite o padre Dieter Feineis, o atual sacerdote da Igreja em Klingenberg. “Mas tanto Anna Michel quanto seu marido permaneceram absolutamente convencidos de que fizeram o certo. A visão da Igreja é que é possível ser possuído, mas na Alemanha não há mais exorcismos”.
Na Itália, no entanto, é diferente. De acordo com a Associação Italiana de Psiquiatras e Psicólogos, meio milhão de italianos procuram exorcismos a cada ano. Há cerca de 350 exorcistas praticando em todo o mundo. Em 2005, um padre e algumas freiras em um convento ortodoxo romeno acreditaram que Maricia Irina Cornici, uma freira de 23 anos de idade, estava possuída. Eles realizaram um ritual de exorcismo e a amarraram numa cruz, taparam sua boca com uma toalha, e  a impediram de comer e beber. Ela morreu três dias depois.
A culpa desta morte, ou de Anneliese, foi de Satanás ou do próprio ato de exorcismo? É uma questão que testa os limites da fé e da ciência. Mas para a mãe de Anneliese, sentada em seu quarto olhando para o cemitério coberto de neve, não há incerteza. “Eu dou uma oração para os peregrinos que vêm visitar seu túmulo”, diz ela.  Para Anna Michel, a fé foi tudo o que restou.
Fonte: Telegraph traduzido e adaptado por Psiconlinews



sábado, 22 de abril de 2017

8 Hotéis com fama de assombrados


Hotéis são lugares que estimulam nosso imaginário, pois esses são lugares repletos de histórias. Em muitos casos esses prédios foram concebidos para outras finalidades, e só ao longo dos anos que foram convertidos em hotéis. Entre paisagens incríveis e estruturas antigas, alguns dos maiores hotéis do mundo também contam com a presença de alguns espíritos que não superaram a vida terrena. Conheça alguns casos em que há relatos de assombrações:

Castelo Ross

O castelo irlandês atualmente é um hotel aberto ao público, mas antes disso, foi propriedade do Barão Black, um aristocrata britânico de péssimo temperamento. Há relatos de que ele assombra o castelo, gritando pelos corredores.


Hotel Stanley

A fama do hotel, que fica no estado do Colorado, nos Estados Unidos, em relação a assombrações é tanta que o estabelecimento foi escolhido para ser a locação principal de O Iluminado, de Stanley Kubrick. Vários hóspedes já relataram ter ouvido pianos sendo tocados, portas batendo sozinhas e vozes vindas do nada.

Hotel Langham

Segundo relatos de hóspedes que passaram pelo hotel britânico, este seria a casa de vários fantasmas. Entre eles, um médico que assassinou a esposa e depois cometeu suicídio, um homem com uma grande ferida no rosto, um ex-funcionário do hotel que fica passeando pelos corredores e, inclusive, Napoleão II.


Hotel Roosevelt

Localizado na Califórnia, nos Estados Unidos, o hotel tem uma forte conexão com Hollywood. Foi nos salões do local em que ocorreu a primeira cerimônia do Oscar, por exemplo. Além disso, dizem que estrelas como Montgomery Clit e Marilyn Monroe assombram os corredores do local até hoje.



Hotel Russel

O hotel é um dos mais concorridos por ficar bem no centro da cidade de Sydney, na Austrália. No entanto, muitos hóspedes o procuram por terem ouvido a história do marinheiro que nunca fez check out do quarto 8 e que, segundo os funcionários, vira e mexe se manifesta pelos halls do hotel.


Hotel Fairmont Banff Springs

O hotel, que fica entre as montanhas no Canadá, conta com dois fantasmas permanentes. Um deles, quando vivo, trabalhava como porteiro do hotel, e outra foi uma noiva que morreu no dia do casamento, que seria realizado no local. Vários hóspedes já relataram ter se encontrado com os dois fantasmas.


Hotel Toftaholm Herrgard

O hotel sueco era de propriedade de um barão riquíssimo. Quando ele não deixou um jovem casar com a sua filha, o rapaz se matou. De acordo com quem já passou pelo local, o moço ocupa o quarto 324 até hoje e assombra os hóspedes em diversas ocasiões.


Hotel Taj Mahal Palace

Dizem que o arquiteto do Hotel Taj Mahal Palace ficou tão chateado pelo prédio ter sido construído em uma direção diferente da que ele tinha pensado que se jogou do quinto andar do hotel. Até hoje há relatos de hóspedes se encontrando com o espirito do arquiteto pelos corredores do local.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Quem foi Giordano Bruno? O filósofo cuja estátua foi encontrada no quarto do garoto desaparecido do Acre


Nos últimos dias muito tem se falado do desaparecimento de Bruno Borges, morador do Acre de 24 anos. Ele desapareceu deixando para trás nada menos que 14 cadernos criptografados e uma estátua de Giordano Bruno avaliada em R$ 7 mil, a internet foi à loucura tentando desvendar a ligação entre eles. Para além das especulações malucas e das teorias da conspiração, é um bom momento para aprender sobre a vida do teólogo e filósofo que viveu durante o século 16. Na matéria abaixo os amigos conheceremos mais sobre Giordano Bruno.

Vida como Monge

Giordano Bruno foi um monge italiano da Ordem dos Dominicianos desde os seus 15 anos. Nascido em 1548, dedicou-se ao estudo da teologia de São Tomás de Aquino e da filosofia aristotélica assim que entrou no seminário, tornando-se membro da Academia Florentina. Aos 17, ingressou na Ordem dos Pregadores.

Com o passar do tempo, porem, começou a adotar ideias controversas na época como, por exemplo, a negação de qualquer tipo de imagem religiosa que não fosse o crucifixo. Em 1575, pouco depois de receber seu doutorado em teologia, abandonou a ordem.

Foi grande defensor do conceito de infinito e de uma espécie de panteísmo. Segundo ele, os seres humanos ainda não eram capazes de realmente entender o conceito de Deus, que estaria em tudo e em todos. Para Bruno, Deus era a inteligência e a vida por trás de tudo que existe no mundo, e a matéria formadora dos objetos era expressão passiva de sua vontade.

Em resumo, Giordano Bruno, era hilozoísta — quem defende a ideia de que absolutamente tudo possui vida dentro de si — e panpsiquista — quem acredita que tudo tem alma. Por ter ideias tão liberais em torno da religião, ele era grande defensor da unificação das religiões, a favor de que Deus estava além de qualquer tipo de dogma ou regra.

O infinto era, para ele, algo complexo demais para a mente humana, já que os sentidos estão reservados a compreender apenas o que pode ser limitado pelo espaço e pelo tempo. Segundo Bruno, o universo possuía essa mesma propriedade e o número de planetas seria incalculável. A ideia do filósofo era de que muito possivelmente existissem muitas Terras com muitos messias por aí.

Na estrada

O teólogo peregrinou pela Europa dando aulas e divulgando suas teorias. Passou por Suíça, Inglaterra, França, Alemanha e República Tcheca. Entre suas viagens, converteu-se ao calvinismo e chegou a dar aulas na Universidade de Oxford, mas logo abandonou a religião de Calvino por considerá-la contrária à liberdade intelectual.

Giordano Bruno defendeu o conceito de que a verdade deve prevalecer sobre as vontades e as crenças, inspirando, séculos mais tarde, o movimento iluminista. Uma vez, Bruno escreveu que “só os espíritos mais fracos é que pensam com a multidão por ser ela multidão. A verdade não é modificada pelas opiniões do vulgo, nem pela confirmação da maioria".

Após vários ataques em diferentes regiões, foi preso em Veneza pelo Santo Ofício. A pedido do papa, foi entregue ao tribunal da Santa Inquisição e condenado a sete anos de prisão. Durante esse tempo, por não concordar em negar as próprias convicções, acabou sendo queimado no dia 17 de fevereiro de 1600.

O programa "Cosmos: a spacetime odyssey", produção apresentada por Neil deGrasse Tyson em 2014, mostrou em um de seus episódios a incrível história de Giordano Bruno através de uma animação. A série foi inspirada no programa original "Cosmos" de 1980, realizada por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan e tem como objetivo trazer a ciência e o prazer da pesquisa para dentro da casa de jovens telespectadores.


Escultor de estátua acredita que jovem desaparecido seja a reencarnação do filósofo

De acordo com o site G1, foi o artista plástico Jorge Rivasplata, de 83 anos, que esculpiu a obra, e o mesmo falou ao repórter do G1 que acredita que Bruno Borges seja a reencarnação de Giordano Bruno. Segundo o G1, Rivasplata disse:

A maioria não entende, mas eu o conheço há muito tempo. Dá para acreditar que foi reencarnado Giordano Bruno nele. Não posso contar mais, a única coisa que posso dizer é que já terminou os livros que ele [Giordano] deixou inconcluso. Queria falar ao seu pai e mãe que não se preocupem, ele está bem e vem apresentar ao mundo esse projeto lindo, fantástico.

A escultura teria sido entregue no dia 16 de março e finalizada no quatro de Bruno pelo próprio artista.


Como todos já sabem Bruno deixou no local 14 livros escritos à mão, alguns deles também copiados nas paredes, no teto e no chão, porém em linguagem criptografada.

O artesão que esculpiu a estátua disse que a mesma foi preenchida com espuma, madeira, cascalho e cimento, para que ficasse mais pesada, evitando assim sua remoção. Porém ela não está presa ao chão. O artista explicou:

Não é presa, mas é bem pesada para que não seja tirada do lugar

A Polícia Civil do Acre está investigando o caso, que está sob sigilo. Fabrizzio Sobreira, delegado e coordenador da Delegacia de Investigação Criminal (DIC), informou que eles estão investigando todas as possibilidades para descobrirem o paradeiro do rapaz.

O escultor Rivasplata disse que Bruno foi aluno dele num curso de desenho e pintura, e que mais tarde fez a encomenda, a qual demorou dois meses para ser concluída. Embora a obra tenha sido avaliada em R$ 20 mil, Rivasplata disse ter cobrado R$ 7 mil, pois acreditava nas ideias de Bruno. O artista conta:

Ele se destacou. É muito inteligente, superdotado. Ele viu meu trabalho, gostou e me deu um livro sobre o Giordano. A estátua ficou no fundo da minha casa, Bruno veio buscar em uma caminhonete. Depois fui chamado para terminar, para fixar onde deveria ficar.

Ainda de acordo com o site G1, Rivasplata foi uma das últimas pessoas a conversar com Bruno sobre o projeto. Ele diz que não sabia do plano de Bruno de sair de casa, e acredita que os escritos são a conclusão das teorias defendidas pelo próprio Giordano, as quais foram interrompidas quanto o filósofo foi queimado na fogueira pela Inquisição, no ano de 1600.


Uma vez que a escultura foi entregue e colocada no quarto de Bruno, Rivasplata entrou em contato com o rapaz para perguntar se ele havia gostado da obra. A última vez que se comunicaram teria sido por intermédio de mensagens de celular. O artista ainda disse ao G1:

Ele respondeu: ‘a estátua está perfeita, melhor impossível. Estou extremamente satisfeito, mestre Rivas. Logo a apresentaremos ao mundo. Esse trabalho o Acre vai conhecer, o Brasil e o mundo’.

Quem trabalha para si, sua obra não serve para nada, vai para a tumba. Quem trabalha para a humanidade fica perpetuado para toda a vida. A obra dele [de Bruno Borges] é para outros, não é para ele.

Tudo foi premeditado para esse projeto, tudo o que está acontecendo já estava escrito. Acredito muito nele. Desde que começamos a conversar sempre acreditei.

O parentes de Bruno o viram pela última vez na segunda-feira (27), durante o almoço. Ao final da tarde, Athos Borges, pai de Bruno, voltou para casa e percebeu que seu filho estava ausente. Ele disse:

"Entrei no quarto e não vi a cama, não vi nada, só vi aquilo tudo. Naquele momento, percebi que ele tinha ido embora."

Segundo Denise Borges, mãe de Bruno, as mudanças teriam sido feitas durante 22 dias, quando o casal estava viajando em férias. Bruno ficou em casa com o irmão gêmeo Rodrigo e a irmã mais velha Gabriela.

Gabriela disse que a porta do quarto de Bruno ficou trancada durante os 22 dias, mas ela não tentou entrar no quarto. Ela conta:

"Ele falava que era o projeto dele e disse que iria me contar o que era em duas semanas. As pessoas falam: ‘por que você não foi lá e abriu aquela porta?’. As pessoas têm que entender que não se tratava de uma criança. Ele é um adulto e tem a privacidade dele. Me incomodava, mas eu não podia arrombar a porta."

Embora os 14 livros escritos por Bruno estejam criptografados, ele deixou as “chaves” para a decodificação. Os textos foram criptografados com a utilização de pelo menos quatro códigos diferentes.

A irmã de Bruno, Gabriela Borges, de 28 anos, diz que as chaves estavam numa pasta colocada num lugar bem visível:

"Não estava em difícil acesso, ele não deixou muita coisa no quarto, além do que foi feito. Só não encontrei uma das criptografias, mas a maioria está lá."

Devido ao interesse de Bruno Borges na ovniologia, e o fato de haver um quadro dele ao lado de um ET, muitos internautas dizem que ele teria sido voluntariamente “abduzido” num disco voador. Obviamente, não há a menor fundamentação para esta alegação. Pelo que tudo indica, o jovem simplesmente resolveu desaparecer para atrair a atenção à sua obra, que provavelmente será decifrada e estará em todas os sites de notícia da Internet logo após.

sábado, 15 de abril de 2017

O misterioso Rancho Skinwalker


  O Rancho Skinwalker, também conhecido como Sherman Ranch, ou Rancho Sherman, é uma fazenda norte-americana localizada em Uintah, Utah, onde ocorrem atividades paranormais. O nome "skinwalker" se deve a lenda e torno de uma espécie de bruxo que os indígenas norte-americanos acreditavam poder transformar-se em qualquer animal.

No outono de 1994, Tom Gorman e sua esposa compraram a fazenda com a intenção de criar gado. Pouco tempo depois Tom começou a dizer que havia vivenciado atividades paranormais em sua fazenda, e estava tentando vendê-la. A família de Gorman permaneceu no local apenas 20 meses.

Desde o primeiro dia, em 1994, eles foram aterrorizados por uma inteligência invisível que jogava com a mente deles, figuras compostas apenas de sombras apareciam dentro de casa, objetos que se moviam sozinhos, vozes, e coisas ruins que aconteciam com seus animais, como o desaparecimento de vacas e touros. Muitas vezes os animais apareciam mutilados, como se tivessem sido cortados cirurgicamente, mas muitos dos cortes apareciam cauterizados.

Tom Gorman

O lobo sobrenatural

No dia em que os Gormans fizeram sua mudança eles avistaram um lobo imenso no meio do pasto, em frente à casa. O animal cuidadosamente atravessou o campo e, para a surpresa de todos, esgueirou-se entre os membros da família, agindo como se fosse um animal de estimação. Havia chovido naquele dia e os Gormans afirmam que o lobo cheirava como um cão molhado, quando eles o faziam carinho no animal como se de fato ele fosse um animal domesticado.

Depois de alguns minutos, o lobo foi lentamente para o curral e agarrou um novilho pelo focinho, tentando puxá-lo pela grade do curral. Gorman e seu pai começaram a bater nas costas do lobo com pedaços de pau, mas ele não soltava o novilho. Gorman, então, agarrou sua potente Magnum 357, que estava no caminhão, e atirou no lobo à queima-roupa. O disparo não teve qualquer efeito visível sobre o bicho.

O homem deu outro tiro no lobo, que então soltou o novilho, mas ficou de pé, olhando para as pessoas como se nada tivesse acontecido. Gorman deu mais dois tiros com a poderosa arma e o animal moveu-se um pouco para trás, mas ainda assim não mostrou qualquer sinal de medo ou sofrimento – nem mesmo sangue parecia escorrer do canino selvagem. O fazendeiro, intrigado, apanhou um rifle de caça e disparou no lobo novamente. Ele não apenas é um atirador experiente como também é um caçador esportista de considerável reputação.

Cinco tiros deveriam ter sido suficientes para derrubar um alce, imagine então o que fariam a um lobo. O quinto disparo chegou a arrancar uma mecha de pêlo e rasgar um pouco o corpo do lobo, mas o animal ainda não parecia incomodado. Finalmente, após um sexto tiro, o animal correu pelo campo até um mato lamacento. O fazendeiro e um dos filhos perseguiram a besta por aproximadamente 1,5 km, seguindo suas pegadas na lama. Mas os rastros desapareceram subitamente, como se o animal tivesse simplesmente se elevado no ar.

Ao retornar para a área do curral, Gorman examinou o pedaço do corpo do lobo que havia sido arrancado com o tiro, constatando que tinha a aparência e cheiro de carne podre. Ele passou a questionar a vizinhança a respeito do animal, mas ninguém tinha visto qualquer lobo manso de tamanho anormal na área. Poucas semanas mais tarde, a esposa de Gorman encontrou outro lobo, que era tão grande que suas costas ficavam da altura do topo da janela quando ele encostou ao lado do carro. O lobo estava acompanhado de um animal que se parecia com um cão, mas que ela não pôde identificar ao certo.

Cães desintegrados

Mas o episódio do lobo não foi o único evento estranho que aconteceu no local. Certa vez foram avistados alguns orbes azuis pairando sobre o pasto. Cinco cães da família se botaram a perseguir as estranhas esferas luminosas, sendo que os mesmo foram simplesmente desintegrados quando se aproximaram das luzes.

Mais animais estranhos aparecem

Certa vez, enquanto circulavam de carro por uma das estradas da fazenda, Gorman e sua esposa observaram algo atacando um de seus cavalos. Eles descreveram aquilo como “tendo altura pouco acima do chão, sendo um animal musculoso, pêlos ruivos cacheados e um rabo bem peludo”. O inusitado animal tinha uma aparência que lembrava de longe uma hiena musculosa, que parecia estar agarrando seu cavalo, quase brincando com ele.

Gorman chegou a se aproximara até cerca de 15 metros do bicho, mas disse que ele literalmente desapareceu diante dos seus olhos. Os Gormans verificaram o cavalo e identificaram numerosas marcas de garras em suas pernas.

Poucos meses depois, a esposa de um policial local relatou ter visto uma besta avermelhada e musculosa, semelhante àquele animal, correndo pela propriedade.

Outro visitante da fazenda teve um encontro mais ameaçador ainda em sua área central da fazenda. O visitante, bem como Gorman e seu filho, avistaram uma “coisa grande e embaçada movendo-se em meio às árvores”. O visitante descreveu que a tal coisa apareceu movendo-se suavemente entre as árvores, pelo pasto, cobrindo uma distância de quase 10 metros em segundos. Disse que quando ela o alcançou, produziu um forte rugido, muito semelhante ao de um grande urso, daqueles que são ouvidos a quilômetros de distância.

De acordo com essa história, o animal era quase invisível, lembrando o ser camuflado do filme O Predador. O homem ficou tão apavorado que se agarrou ao fazendeiro e não o largou de jeito algum, depois deixando a fazenda para nunca mais retornar. Outras criaturas e seres não identificados também foram vistos naquela região do Utah, incluindo pássaros exóticos multicoloridos que não eram nativos da região e não podiam ser reconhecidos.

Houve também numerosos encontros próximos com criaturas descritas como bestas escuras de até 3 m de altura, que lembravam o mitológico sasquash. Como se as experiências visuais não bastassem, a família também alega ter tido outros sentidos desafiados por estranhos eventos.

Muitas vezes, ficavam surpresos ao sentir cheiros fortes de almíscar. Igualmente, os pastos inexplicavelmente se clareavam durante a noite, como estádios de futebol. Os Gormans alegam terem visto feixes de luz que aparentemente emanavam do solo. Eles e outros fazendeiros da região dizem também já terem ouvido barulhos que pareciam ser de maquinário pesado, operando sob a terra. E já ouviram vozes, muitas delas.

Tom e um sobrinho relataram que uma vez ouviram uma conversa alta, sem uma origem física aparente e numa língua ininteligível. As vozes eram masculinas e desencarnadas. De acordo com as testemunhas, falavam em um tom debochado e pareciam emanar de uns 10 m acima de suas cabeças, mas eles nada viram. Os cães que acompanhavam as vítimas grunhiam e latiam para as vozes, quando então fugiram em pânico.

Houve também manifestações físicas que não são facilmente explicáveis. Por exemplo, certa vez, enquanto verificava o gado na terceira área da fazenda, Gorman percebeu que alguém havia escavado seu pasto. Quase uma tonelada de terra havia sido retirada de buracos escavados no solo. “Suas extremidades se pareciam com círculos concêntricos perfeitos, como se alguém tivesse enfiado um cortador de biscoitos gigante no chão”, disse o homem. Várias outras marcas de escavação menores também foram achadas.


Incontáveis pesadelos

Quando os Gormans finalmente tinham umas poucas horas de sono, eram assolados por violentos pesadelos, que, depois descobriram, ocorriam identicamente a todos os membros da família. Os dois filhos, considerados excelentes alunos antes de chegarem à fazenda, tiveram suas notas deterioradas. A esposa de Gorman perdeu seu emprego num banco local por suas repetidas faltas ao trabalho e por seu repertório de intenso terror.

Na esperança de sentirem-se mais seguros, os membros da família passaram a dormir no chão da sala todas as noites. Sua situação era precária e desesperadora.

Ufos e outros fenômenos

Os Gormans também relatam fenômenos semelhantes aos círculos nas plantações, descobertos na propriedade. Uma formação encontrada no seu pasto consistia de três círculos de mato amassado, cada qual com aproximadamente 3 m de diâmetro. Estavam dispostos num padrão triangular, tendo cada círculo cerca de 10 m de distância dos demais. Vale ressaltar que há apenas uma estrada de acesso principal à fazenda e que qualquer pessoa entrando ou saindo da propriedade seria certamente notada pelos Gormans ou seus vizinhos.



Na primavera de 1995, os Gormans começaram a ver coisas estranhas no céu. “Eram verdadeiras esquisitices aéreas”. Enquanto verificavam o gado, Tom Gorman e seu sobrinho observaram o que parecia ser um pequeno veículo parado na propriedade. Eles começaram a se aproximar do objeto, achando que o motorista poderia estar com problemas mecânicos. À medida que se aproximavam do tal veículo, este se afastava silenciosamente.

Gorman e o sobrinho tentaram mais uma vez chegar perto, e novamente o objeto se afastou. O objeto levantou voo por sobre as árvores e lentamente foi embora, sem fazer qualquer som. “Com certeza aquilo não era um helicóptero”, disse Gorman. As testemunhas que puderam ver tal artefato com bastante clareza e garantiram que tinha o formato de um refrigerador, com uma luz na frente e outra vermelha atrás.

Já por algum tempo, antes disso, a família vinha observando estranhos objetos aéreos. A esposa do fazendeiro afirma que algo parecido com um caça a jato Stealth, rodeado de luzes piscantes e em forma de disco, pairou silenciosamente a uns 7 m acima de seu veículo, antes de partir em alta velocidade. Cada membro da família fez repetidos avistamentos de uma inusitada nuvem que geralmente pairava do lado de fora da propriedade. A tal nuvem foi descrita por eles como tendo “luzes de árvore de Natal piscantes” ou “mini explosões silenciosas dentro dela”.

De longe, os objetos mais comuns testemunhados por eles foram esferas flutuantes de diferentes tamanhos e cores. Em 1995 e 1996, os Gormans e outros moradores da região relataram 12 incidentes separados, quando viram grandes círculos alaranjados voando acima das árvores da área central da fazenda. Tom Gorman alega que, ocasionalmente, buracos se abriam nos círculos e outras esferas, menores que as anteriores, saíam de seu interior. Um fazendeiro vizinho informou ter tido seus próprios encontros com o que chamou de “uma bola de basquete voadora alaranjada”.


Estranho círculo encontrado no rancho feito no gelo

Portal Dimensional

Os residentes de outras partes daquela região vêm relatando fenômenos semelhantes, desde a década de 50. Descendentes de índios da nação Ute, que habitaram Utah, confirmam que tais avistamentos já aconteciam no passado, sendo testemunhados por seus ancestrais. Contudo, anomalias aéreas não eram as ocorrências mais comuns na fazenda – pelo menos não por um bom tempo.

Janela e portas na residência abriam subitamente como se arrombadas ou se fechavam com violência e sem explicação. Objetos da casa simplesmente desapareciam, mesmo que a casa estivesse toda trancada e sem sinal de arrombamento, o que inviabilizaria a hipótese de roubo. Roupas, ferramentas e outros aparelhos pareciam ter desenvolvido vida própria. Ferramentas frequentemente desapareciam e reapareciam depois nas proximidades. Noutra ocasião, uma pesada pá escavadeira simplesmente desapareceu, sendo encontrada, dias mais tarde, entre os galhos de uma árvore de algodão. Em outro estranho acontecimento uma pilha de lenha simplesmente desapareceu cerca de trinta minutos após ter sido organizada.

A fazenda chama a atenção

Em 1995, a fazenda chamou a atenção do NIDS, Instituto Nacional para Descoberta da Ciência com sede em Las Vegas. NIDS (seu dono é Robert Bigelow, não esqueça esse nome) comprou a propriedade e começou um estudo científico sem precedentes. Postos de observação foram construídos. Câmeras de vídeo foram instaladas e postas em funcionamento. Pessoal científico e ex representantes da lei estavam na propriedade durante os próximos anos. Dr. Colm Kelleher encabeçou o estudo do NIDS.
Um instituto privado chamado NIDS (National Institute for Discovery Science) que financia estudos sobre o paranormal - comprou a fazenda das mãos do proprietário por 200.000 dólares. Por volta de 2002, a fazenda voltou à mídia, quando NIDS permitiu que George Knapp (jornalista de um jornal extinto, chamado: Las Vegas Mercury) tivesse acesso à fazenda. No final do mesmo ano, Knapp publicou um artigo em seu extinto jornal sobre a fazenda.

Os membros de equipe de pesquisadores ressaltam que são constantemente pressionados por Bigelow para que obedeçam rigidamente ao método científico. Devido ao fato de que o objeto de sua pesquisa é tão controverso nos círculos científicos, a entidade entende que qualquer desvio do método científico representaria uma perda de credibilidade. Se ela é considerada uma organização excêntrica, suas descobertas, não importando quão profundas ou bem documentadas, seriam desconsideradas sumariamente.
Foto noturna tirada pelo equipamento da NIDS mostra um pesquisador a noite no pasto


A fazenda Skinwalker, portanto, se apresentou como uma oportunidade única de se estudar uma rica variedade de coisas exóticas em constante atividade. Era como pedir uma “pizza de estranhezas” com todas as coberturas ao mesmo tempo. UFOs e yetis, bolas de luz e mutilações de gado, poltergeist e círculos nas plantações, manifestações psíquicas e lendas indígenas antigas etc. A fazenda parecia ser um lugar único em todo o mundo e os membros do NIDS sabiam que deveriam ser cuidadosos, levando em consideração as histórias contadas pelas pessoas do local.


“Nós não tínhamos nenhuma ideia pré-concebida sobre o que estava ocorrendo, mas decidimos usar uma abordagem de ‘filtro aberto’ para juntar informações”, disse Colm Kelleher, um microbiólogo do NIDS. “Tínhamos muitas reservas sobre lendas dos skinwalkers, avistamentos de pés-grandes e aquelas coisas que a família alegava estar vendo. Mas decidimos colher toda a informação que pudéssemos, sem desconsiderar nada de imediato, e avaliar tudo mais tarde”, disse, referindo-se a um ser mítico que teria poderes sobrenaturais, dentre os quais o de mudar de forma, deslocar-se invisivelmente em altas velocidades e interromper o movimento das coisas ao redor, como se pudesse parar o tempo. A lenda do skinwalker, reavivada pelas experiências dos fazendeiros, já estava presente desde os tempos dos antepassados dos Ute.


Referências do cinema

Em 2013 foi lançado o filme Skinwalker Ranch, que conta a história de uma equipe de pesquisa científica investiga e documenta os fenômenos sobrenaturais que cercam o desaparecimento do filho de 10 anos de um pecuarista. A sinopse do filme afirma que ele é inspirado em fatos reais que chocaram a comunidade paranormal ao redor do mundo.


Fontes: Mundo UfoDebate Sobrenatural e Jovem Nerd


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Dark Side Books: 1977: ENFIELD


Capa do livro  

REAL E SOBRENATURAL

Nos entalhes da madeira, é possível ver uma cruz. Duas, se percebermos que a outra está invertida. Será um sinal? O que há por trás daquela porta? Descubra em 1977 — ENFIELD, o mais novo livro sobre relatos sobrenaturais da DarkSide® Books.




Capa do livro "1977 - Enfield" da DarkSide Books

ABRA A PORTA:

Green Street, 284. Enfield, subúrbio de Londres. Há quarenta anos, este endereço desperta medo e curiosidade nos estudiosos em assuntos paranormais. Uma residência simples, de classe média baixa. Dentro dela, uma família em pânico. Os gritos acordavam a vizinhança, a polícia não sabia como investigar. Seria aquela uma verdadeira casa mal-assombrada?
Seja bem-vindo para desvendar esse mistério nas páginas de 1977 – ENFIELD. Mas entre por sua conta e risco. Dentro deste livro, você encontra o mais completo registro do fenômeno real que inspirou os filmes Poltergeist e Invocação do Mal 2.
Família em Enfield (1977)
1977 — ENFIELD é o relato escrito por Guy Lyon Playfair, um dos especialistas em mediunidade que investigaram os fenômenos mundialmente conhecidos como o “poltergeist de Enfield”. Ele morou no Brasil durante anos, e é especialista na obra e na vida do médium Chico Xavier.
Junto com o pesquisador do paranormal Maurice Grosse, Guy acompanhou por três anos o drama da Sra. Harper e de seus filhos, documentando inúmeros acontecimentos que a ciência não consegue explicar: objetos que se moviam sozinhos, barulhos sem causa aparente, vozes atribuídas a espíritos, levitação.
Capa do livro "1977 - Enfield" da DarkSide Books
Seria um caso de histeria coletiva ou puro charlatanismo?, alguns podem se perguntar. Mas as fotos, os registros em áudio e vídeo e os depoimentos recolhidos por Guy Lyon e Maurice até hoje intrigam a comunidade internacional. Poucas vezes, o sobrenatural se mostrou tão real como aqui. O caso ganhou repercussão na mídia e atraiu a atenção de diversos pesquisadores, entre eles o casal Warren, como você pode conferir em Ed & Lorraine Warren: Demonologistas.


1977 — ENFIELD não tenta convencer o leitor de nada, muito menos convertê-lo. Trata-se de um livro documental, escrito por um jornalista. Você tem acesso aos fatos e pode tirar suas próprias conclusões, se conseguir chegar ileso até o surpreendente final.

Casa localizada em Enfield (1977)

                     

“Um clássico do gênero.”
— SAM SYERS, HAMPSTEAD & HIGHGATE EXPRESS —
“O histórico dos acontecimentos é meticuloso e fornece
ao leitor um relato excepcionalmente completo do que deve
ser considerado um registro extremamente importante
do aparecimento contemporâneo de atividade poltergeist.”
— RICHARD WHITTINGTON-EGAN, CONTEMPORARY REVIEW —
Banner do livro "1977 - Enfield" da DarkSide Books

O Autor 
Guy Lyon Playfair nasceu na Índia e foi educado na Inglaterra, onde graduou-se em línguas modernas na Cambridge University. Morou no Brasil por vários anos, trabalhando como jorna- lista freelancer para a revista inglesa The Economist, o semanário americano Time e a agência de notícias Associated Press; também trabalhou por quatro anos na seção de imprensa da USAID, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional. The Flying Cow (1975) — o primeiro de seus doze livros publicados, traduzido em seis línguas e best-seller internacional — descreve suas experiências ao investigar os aspectos psíquicos do Brasil, assim como Chico Xavier, Medium of The Century (2010). Atualmente, vive em Londres e é um importante membro do conselho da Sociedade para Pesquisas Psíquicas.
Especificações Técnicas 
Título | 1977 — Enfield
Autor | Guy Lyon Playfair
Tradutora | Giovanna Louise Libralon
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 272 páginas, capa dura
Dimensões | 16 x 23 cm
ISBN | 978-85-9454-029-4
Adicione | Goodreads | Skoob
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