quinta-feira, 23 de março de 2017

Coisas mais bizarras feitas em nome de Satanás

Assassinos satânicos russos

No ano de 2008, quatro satanistas russos liderados por Nikolai Ogolobyak, decidiram fazer um sacrifício humano. Depois de atrair quatro adolescentes conhecidos para um bosque em Yaroslavl, onde os adoradores do capeta esfaquearam os quatro adolescentes, 666 vezes. Depois de mortos, as vítimas foram escalpeladas, separadas e parcialmente comidas.

Eventualmente, os assassinos foram presos depois que as partes restantes das vítimas foram encontradas perto da casa deles. A prova que eles fizeram isso em nome de Satanás foi quando o grupo disso o seguinte para as autoridades: “Satanás me ajudará a evitar a responsabilidade. Eu fiz muitos sacrifícios para ele. Eu até tentei orar para Deus, mas não me trouxe dinheiro. Quando orei para Satanás, as coisas mudaram.”


Ricky Kasso “Diga que ama Satã”

Agora imaginem uma pessoa uma pessoa te obrigando a dizer que ama Satã? Isso foi o que Ricky Kasso fez com seu “amigo” Gary Lauwers antes de matá-lo. O crime aconteceu na década de 80, e chocou a mídia da época. Ricky Kasso era um jovem usuário de drogas e mentalmente problemático, tanto que dizia que recebia ordens de Satanás através de um corvo.

No dia do crime, Ricky convenceu o seu suposto amigo Gary a ir com ele até um bosque deserto. Chegando lá, ele colocou uma faca na garganta de Gary e o obrigou a dizer que “amava Satã”. Depois de matá-lo, Ricky arrancou seus olhos e depois o enterrou.


Manuela e Daniel Ruda

No ano de 2001, o casal satanista Manuela e Daniel Ruda foram condenados por assassinar um colega de trabalho com 66 facadas. O casal Ruda ainda atacou o rosto e mãos do jovem Frank Hackert com um machado e desenhou um pentagrama em seu torso, além de beber o sangue da vítima para comemorar o sucesso do sacrifício. Eles foram pegos após a mãe de Manuela alertar as autoridades depois de receber uma carta bem estranha da filha.

Quando as autoridades chegaram no apartamento do casal, encontraram sangue para todo lado e o corpo de Frank dentro de um caixão, onde Manuela usava para dormir. O casal disse que Franck foi escolhido devido ao seu bom humor, e assim sua alma iria alegrar o diabo quando chegasse ao inferno.


Bestas de Satã

Na década de 90, um grupo italiano fã de black metal era chamado de “Bestas de Satã”. O grupo matou dois adolescentes durante um ritual, depois de matá-los, eles dançaram em cima da sepultura, comemorando que os dois jovens assassinados se transformariam em zumbis. A polícia só os pegou 6 anos mais tarde, quando descobriu-se que mais dois jovens assassinados foram vítimas do mesmo grupo.



Ripper Crew

Esse grupo chamado “Ripper Crew” era formado por quatro serial killers que, entre os anos de 1981 e 1982, aterrorizaram as ruas de Chicago.  Os jovens eram satanistas assassinos que sequestravam mulheres de programa com uma van, e levavam as mulheres para o apartamento de um deles, onde acontecia rituais macabros. Eles liam passagens da Bíblia Satânica, e depois de matá-las, o grupo abusava das vítimas, tiravam seus seios fora e comiam partes dos seus corpos que os agradavam.


Rodrigo Orias Gallardo

Rodrigo Orias Gallardo foi condenado por matar o padre Faustino Gazziero. Ele tinha várias e várias tatuagens feitas em homenagem a Satanás, inclusive um pentagrama marcado com ferro no peito esquerdo. Ele foi até uma missa próxima a sua casa, e friamente esperou o padre Faustino sair da Igreja para matá-lo com uma adaga. Depois de cometer o assassinato, o jovem tomou banho com o sangue do padre, depois se feriu com a adaga, se esfaqueando várias vezes. A defesa do assassino alegou esquizofrenia, e ele foi condenado a 3 anos de prisão em uma clínica psiquiátrica.



Jarno Elg

O finlandês e satanista assumido Jarno Elg, estrangulou e devorou uma jovem de 23 anos na década de 90, e foi condenado a prisão perpétua. Jarno Elg conseguiu convencer mais três pessoas a participarem do seu ritual, que aconteceu ao som de uma banda de black metal norueguesa chamada Ancient. A polícia prendeu o finlandês depois de encontrar uma das pernas da vítima com ele.






quinta-feira, 16 de março de 2017

Suposta assombração em Araucária Paraná


Internautas ficaram intrigados com o vídeo de um ambiente escuro, com luzes piscando e uma porta batendo ininterruptamente, que viralizou nas redes sociais nesta segunda-feira e atingiu o topo dos Trending Topics do Twitter na manhã desta terça. Os comentários sobre a localidade do registro assustador divergem entre o Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá, no Mato Grosso, e o Centro de Atendimento Integral à Criança e ao Adolescente de Araucária, no Paraná.

Atualizações recentes provaram que o vídeo de fato foi gavado na cidade de Araucária no Paraná, e até mesmo uma investigação tem sido conduzida pela prefeitura local para averiguar os fatos.

O vídeo


No vídeo aparecem dois guardas noturnos que gravam o momento em que ouviram um barulho no corredor do imóvel.

Curiosos, eles trataram de registrar o acontecido com aparelho celular, no vídeo ''assombroso'' , percebe que a porta de um compartimento aonde se guarda a mangueira contra incêndio batia com força e as luzes do corredor piscavam.

Assustador é quando eles chegam até o local e as luzes apagam e verificam que não há ninguém no recinto.

Alguns internautas acham que tudo não passa de uma armação pelo fato da luz apagar.

O local que aparece nos Trending Topics é referente ao IML de Cuiabá. Já a imprensa do Paraná afirma que o vídeo, que mostra guardas verificando o que estaria acontecendo, foi gravado em uma escola de Araucária.

No entanto, não se sabe ainda a veracidade das imagens que mostra um agente de segurança segurando uma lanterna enquanto se aproxima, ao lado de outro agente que grava a cena, da porta controlada pelo "fantasma".

Explicações

Conforme os amigos e amigas podem conferir no vídeo abaixo, a filmagem foi de fato realizada no Centro de Atendimento Integral à Criança e ao Adolescente de Araucária, no Paraná. Inclusive a prefeitura da cidade paranaense instaurou uma sindicância para averiguar os fatos e para descobrir a identidade dos vigias que teriam realizado as imagens.

Ainda no vídeo abaixo os amigos e amigas podem conferir informações postadas no site E-Farsas que mostrariam que tudo não passou de uma farsa. Fica o convite para que vocês assistam as imagens e tirem suas próprias conclusões.

Abaixo os amigos e amigas podem conferir o tal vídeo.



Fonte: Noite Sinistra, Extra e E-Farsas

segunda-feira, 13 de março de 2017

As assombrações da Mansão Baleroy


A mansão Baleroy, localizada na área de Chestnut Hill na cidade da Filadélfia – Pensilvânia. Ela é considerada como uma das residências mais assombradas de todos os EUA. Diversos investigadores paranormais já voltaram as suas atenções para a histórica residência. Muitos investigadores de atividades sobrenaturais afirmam que a casa é infestada de fantasmas, demônios, gênios e uma imensa variedade de criaturas sobrenaturais. A casa pertenceu por muitos anos a George Meade Easby (03 de junho de 1918 - 11 de dezembro de 2005), bisneto do general George Meade, herói da Batalha de Gettysburg, durante a Guerra Civil Norte Americana.

História da casa maldita

A casa de 32 quartos foi construída em 1911. O proprietário era um carpinteiro que segundo as histórias a respeito da casa, teria sido assassinado dentro da residência por sua esposa. Depois disso a casa acabou sendo comprada pela família Easby em 1926. A família Easby era composta pelo banqueiro Stevenson Easby, que havia servido na primeira guerra mundial e considerado um herói de guerra. Stevenson era descendente de William Penn, um inglês considerado um dos patronos da província da Pensilvânia. Stevenson era casado com Henrietta Meade Grande Easby, neta general da guerra civil norte americana, George Meade. Stevenson e Henrietta tinham dois filhos, Steven e George.

Como se pode observar nas linhas acima, a família Meade Easby tinha origens importantes, e uma condição financeira privilegiada. Ao longo dos anos os Easby conseguiram juntar uma significativa coleção de peças históricas, incluindo alguns antigos pertences a importantes personagens da história, como Napoleão Bonaparte, George Meade, Thomas Jefferson e outros.


As assombrações da mansão Baleroy

Os irmãos George e Steven eram amigos inseparáveis, e costumavam passar grande parte dos seus dias brincando pela propriedade. Eles costumavam brincar perto de uma fonte, onde ambos ficavam atirando pedras na água, um tentando atingir o reflexo do outro. Certo dias em uma dessas brincadeiras uma coisa estranha aconteceu. Certo dia, George criou pequenas ondulações na água, após atirar uma pedra na fonte, ambos os garotos ficaram parados observando os reflexos de ambos que começavam a se recompor na água, mas apenas o reflexo de George se recompôs corretamente, ao invés do rosto de Steven aparecer na água, uma caveira pareceu se materializar onde deveria estar a face do menino. Pouco tempo depois Steven contraiu uma misteriosa doença, que não foi identificada pelo médico da família, e que acabou causando a morte do caçula da família Easby em 1931.

A partir desse momento, tanto os membros da família como os empregados, passaram a observar eventos incomuns. Ninguém tinha dúvida que tais eventos possuíam origem sobrenatural. Ao longo dos anos tanto os funcionários do local, como visitantes e até os moradores da mansão presenciaram várias vezes fenômenos “estranhos e sem explicação”.

Em 1962 foi a vez de Henrietta falecer, com 62 anos de idade. Stevenson faleceu aos 90 anos de idade no ano de 1969.


Depois da morte dos pais, George passou a viver sozinho na casa. Ele havia contratado algumas empregadas, mas nenhuma delas se dispunha a passar a noite no local. A rotatividade de empregados também era imensa, e a fama a respeito das supostas assombrações da mansão Baleroy começou a se tornar conhecida. O burburinho sobre supostos eventos do outro mundo parecia não importunar George, bem pelo contrário.

Em julho de 1992, a mansão Baleroy foi assaltada por um ladrão muito habilidoso. Estima-se que 202 mil dólares em antiguidades acabaram sendo levadas. O estranho foi que nenhum sinal de arrombamento foi encontrado no local.

A essa altura a fama a respeito das assombrações da mansão Baleroy já era considerável. Segundo essas histórias inúmeros espíritos diferentes habitam a residência. Várias pessoas afirmam ter visto Thomas Jefferson na sala de jantar a residência. Outro espírito vestido de maneira semelhante a um monge parece circular pelos quartos. Certa vez o fantasma de uma velha rabugenta atacou os visitantes com uma bengala, existem relatos de que ela costuma aparecer no corredor do segundo andar da casa.


George acredita que seu irmão é um dos fantasmas que habitam o lugar. Enquanto trabalhavam perto da fonte alguns homens contratados para trabalhar em uma restauração, ele avistaram, em uma janela de um dos andares superiores da casa, um menino loiro. Quando todos os homens estavam olhando o menino de vestimenta estranha, ele simplesmente desapareceu. Um dos trabalhadores desistiu de continuar o trabalho e fugiu do local.

Dias depois, os operários estavam trabalhando dentro da residência. O filho de um dos trabalhadores havia ido junto até o local e acabou ouvindo uma voz o chamar pelo nome. Pensando ser seu pai o garoto seguiu a voz, chegando até o porão. Quando o chegou ao porão o garoto percebeu que estava totalmente sozinho no local.

Certa noite quando George recebia alguns amigos na casa, por ocasião de um jantar, um barulho foi ouvido vindo da galeria onde os retratos da família estavam pendurados. George e seus convidados se dirigiram para o local, para investigar a causa do ruído, quando se depararam com o retrato de Steven no chão, a 4,5 metros do local onde ele costumava ficar pendurado.


Porém Steven não é o único membro da família que é visto nos arredores de Baleroy. Um tio de George e também sua mão já foram vistos. Passos barulhentos e portas batendo também fazem parte do repertório de eventos que já foram observados no local.

Existem também histórias sobre estranhos fenômenos elétricos na residência. Alarmes costumam disparar a noite. Raios também costumam cair na propriedade.

Em 3 de abril de 1999 a revista Inquirer publicou um artigo onde George Meade Easby conta alguns dos eventos estranhos que acontecem na sua casa. Ele conta que certa noite acordou com a sensação de que alguém estava segurando seu braço, mas quando ele ligou a luz não havia ninguém no local. Segundo George a pior sensação que ele tem na casa é de quando parece haver alguém fazendo pressão na cama, como se houvesse mais alguém deitado junto com ele.

O quarto azul e a cadeira da morte

Como vimos até agora muitas são as histórias contadas a respeito das assombrações na mansão Baleroy, e muitos são os supostos fantasmas que habitam o local, mas nenhum deles parece ser tão terrível quanto Amanda.

Um quarto chamado de “Sala Azul”, abriga um fantasma mal intencionado. A esse foi dado o nome de Amanda. Segundo as histórias ela reivindica uma cadeira especial que é guardada nessa sala, a cadeira da Morte. Quem se senta nessa cadeira acabaria morrendo em pouco tempo. A cadeira teria 200 anos de idade e teria pertencido a Napoleão. Algumas histórias a respeito do artefato afirmam que ele teria sido confeccionado por um bruxo.


Embora Amanda seja um dos casos de assombração mais conhecidos no local, ela, aparentemente, não possuía nenhuma relação com a casa e nem com a família Easby, tampouco o motivo pelo qual o fantasma de Amanda parece perseguir todos aqueles que se sentam na cadeira da morte.

Certa vez Amanda teria aparecido para um curador que administrada as relíquias mantidas na mansão, após ele ter se sentado na tal cadeira. Ele acabou falecendo menos de um mês após esse incidente.

Uma vidente que visitou a casa afirmou que Amanda não é má. Ela teria aparecido para o curador para avisá-lo que a morto estaria perto dele. Essa mesma vidente afirma que o falecido curador agora também está preso a casa.


Segundo documentos da "Chestnut Hill Historical Society" maldita cadeira já teria provocado a morte de quatro pessoas, três delas tendo morrido menos de duas semanas após terem sentado nela. George Easby teria declarado para aos autores do "Haunted Houses, EUA", uma senhora se sentou na cadeira uma certa vez, tendo falecido poucos dias depois. Um primo de George e Paul Kimmens, um amigo do dono da macabra residência, teriam sido as outras vitimas da cadeira da morte.

A atual situação da mansão Baleroy

Após a morte de George Meade Easby no dia 11 dezembro de 2005, uma batalha judicial se iniciou entre as partes interessadas na grande fortuna em peças históricas que é mantida na casa. Em 2008 as posses de George foram dadas a Robert Paul Yrigoyen. Em 09 de julho de 2012, Baleroy Mansion foi vendida depois de todos antiguidades foram vendidos em leilão ou doados a museus locais, contrariando a vontade de George que queria que as peças continuassem guardadas na mansão Baleroy.

Robert Paul Yrigoyen é esse senhor a esquerda
No dia 25 de Outubro George Meade Easby havia dado uma entrevista para o jornal local "Chestnut Hill". Nessa entrevista ele teria afirmado: "Depois que eu morrer, quero voltar parra assombrar a casa, pois sei que ninguém cuidará dela como eu gostaria".

Fontes: Noite Sinistra, Wikipédia, HubPages e Chestnut Hill Historical Society

segunda-feira, 6 de março de 2017

Eventos sobrenaturais assombram família no interior de Lindóia do Sul


Uma série de acontecimentos misteriosos assombra uma família no interior de Lindóia do Sul. Familiares procuraram ajuda de especialistas em casas assombradas após um senhor afirmar que enxergava e conversava com pessoas mortas dentro de sua casa, gerando mal estar e um clima de medo e insegurança entre os moradores.

Na residência, vultos eram vistos e descritos nos detalhes, batidas ecoavam nas paredes sem ninguém estar por perto. Em um dos casos, o aposentado provocou reações de espanto de um grupo de pessoas ao tocar em um defunto que teria, em seguida, se mexido. Horas antes, sem saber que este estava morto, o mesmo aposentado teve uma visão da morte desta pessoa.

Receosos com o que ocorria, familiares o levaram a especialistas e convidaram até um padre na tentativa de resolver o problema, mas sem êxito. Toda esta movimentação chamou a atenção do jornalista Alison da Silva, residente em Lindóia do Sul, que passou a acompanhar de perto o caso.

Além de jornalista, Alison é parapsicólogo clínico e dedica boa parte do tempo ao registro de fenômenos paranormais, estudos sobre personalidade e comportamento, reprogramação mental e hipnose, além de realizar palestras e treinamentos em empresas e universidades.


Ele contou à reportagem da Atual FM que foi ao local há 60 dias a convite da família, mas preferiu não revelar detalhes que identificariam quem são as pessoas envolvidas. De acordo com ele, ao chegar na casa não observou nada de anormal, com exceção dos moradores que estavam desesperados com o que acontecia.

“Quando cheguei, já vieram me falando que no dia anterior ele (aposentado) teria visto Jesus Cristo e que achavam que ele estava ficando louco por isso”, descreve. Então, Alison passou a realizar sessões de orientações com o aposentado, na tentativa de buscar uma solução para o dilema.

Em processo hipnótico, de acordo com o parapsicólogo, o aposentado conseguiu recordar o momento em que passou por uma experiência traumática, quando ainda estava na barriga da mãe. “Foi a partir deste momento que conseguimos reprogramar a mente subconsciente dele e desde então ele passou a viver em equilíbrio e compreendendo-se melhor”, detalha Alison da Silva. As visões, vozes misteriosas, batidas na parede e outros fenômenos anômalos desapareceram na última semana.

Segundo a parapsicologia científica, estes fenômenos anormais são típicos casos de paranormalidade, uma condição natural e latente nos humanos, desencadeada pelo subconsciente. Conforme Alison da Silva, em alguns momentos a paranormalidade pode aflorar, como foi o caso verificado no aposentado. “Hoje sabemos que a paranormalidade tem origem também no sofrimento e na ameaça à sobrevivência, vivenciados desde a vida intrauterina até à fase adulta”, relata.

Acervo

Além deste caso, Alison apresentou à reportagem da Atual FM um material catalogado e transcrito por ele mesmo ao longo dos últimos anos relatando inúmeros fatos estranhos ocorridos na região. O parapsicólogo passou a dedicar boa parte do tempo ao estudo dos fenômenos paranormais e catalogou mais de 40 casos ocorridos na região nos últimos 30 anos. Todos os relatos foram compilados e fizeram parte de trabalhos e análises e, posteriormente, levados a Curitiba onde ele concluiu sua formação de três anos na área.

Alguns destes casos que a Atual FM teve acesso chamam a atenção e instigam a curiosidade. Há testemunhos que pessoas faziam velas se acender do nada, previam mortes com antecedência, visões de anjos e luzes, desaparecimento e movimentos misteriosos de objetos, animais que teriam ficado descontrolados na presença de pessoas tidas como mediuns e até de moradores que conseguiam localizar objetos perdidos com a força da mente.

Há, ainda, depoimentos de pessoas que sonharam com algo que depois se concretizou e até de um homem que teria visto Nossa Senhora minutos antes de morrer. Já em Ipumirim, uma moradora da área rural procurou pelo parapsicólogo informando que “coisas estranhas” estariam acontecendo em sua propriedade.

“Estes e tantos outros acontecimentos são objetos de estudo da parapsicologia científica, que compreende que tudo é desencadeado através de programações em nível subconsciente da pessoa que, quando desarmonizada, pode levar a aflorar a paranormalidade”, conclui Alison.

Assombração no cemitério dos Caboclos no Paraná

Hoje falaremos de um cemitério desativado situado na região de Maringá - PR, onde estão sepultados o caboclos - termo usado para designar pessoas filhas de índios e brancos.

Paiçandu é um município do estado do Paraná com pouco mais de 34 mil habitantes, segundo o censo de 2010, localizada na chamada região metropolitana de Maringá. Nesta cidade existe um local chamado de Cemitérios dos Caboclos, atualmente é restrito a um pequeno círculo demarcado por um muro baixo de pedras. No centro existe uma capela e um monumento de pedras com uma cruz.

As histórias de Assombração

Situado as margens da rodovia 323, o local serve para homenagear os caboclos descendentes de índios sepultados e também é utilizado para supostas oferendas a orixás. Pouco se sabe sobre o local, mas acredita-se que entre os anos 1930 a 50 neste pequeno espaço eram enterrados os caboclos habitantes da região.


Muitos acreditam que o local é assombrado e diversas histórias sinistras são contadas pelos moradores. Alguns dizem que vultos são avistados próximo ao cemitério e outros relatos contam que motoristas avistaram caboclos andando pela margem da rodovia e quando olharam pelo retrovisor nada mais havia por lá.

"Existem muitos relatos de pessoas que dizem que viram vultos nesse cemitério. É um local assombrado já famoso em Maringá", diz o historiador João Laércio Lopes Leal.


Vários acidentes com automóveis já aconteceram próximo ao local onde fica o cemitério, o que leva muitos habitantes da cidade a cogitarem que os fantasmas podem ter alguma relação com tais eventos. Seriam esses acidentes frutos da negligência na direção? Ultrapassagens forçadas e alta velocidade? Ou os motoristas também viram alguma coisa estranha na estrada?

O fim de um povo paranaense

Caboclos descendentes de índios e escravos muçulmanos, que habitaram o Norte e o Noroeste do Estado do Paraná, foram dizimados pela colonização e esquecidos pela história oficial. (Texto de Donizete Oliveira).

“Vanceis póde renegá do meu modo de caboco,/pensando qui eu seja um loco qui vive a fala de asnera/ mais eu protesto a linguage desse povo tão servage,/qui tanto e tanto martrata minha terra brasilera”. Estes versos estão no livro “Meu Brasil brasileiro, poemas caboclos”, do poeta Ary de Lima, publicado em 1975. Do livro, que denuncia a “morte” da poesia cabocla, restam poucos exemplares em sebos e bibliotecas da região.

A sina se repetiu com os caboclos que habitaram o Paraná. Os sutis, povo que vivia em comunidades espalhadas pelo Norte e Noroeste do Estado, desapareceram. Eles chegaram à região por volta de 1910 – antes dos pioneiros brancos – e permaneceram até a década de 1960. Mas a exemplo dos índios, que só agora começam a aparecer nos livros didáticos, ficaram fora da história oficial do Paraná.

A maioria desconhece a trajetória daqueles caboclos de baixa estatura, de fala mansa e pausada, descendentes de negros e índios. Que construíam casas de pau a pique cobertas com tábuas de embira, criavam porcos em mangueirões e plantavam para subsistência.

Muçulmanos

O engenheiro Marcos Luiz Wanke, membro do Instituto Histórico e Etnográfico Paranaense e pesquisador do assunto, afirma que os sutis vieram de Castro, Sul do Estado, e seriam descendentes dos malês, escravos muçulmanos que fizeram a “Revolta dos Malês” na Bahia, em 1825.

O movimento foi sufocado pelas autoridades, e a maioria dos revoltosos fugiu para outras províncias, sobretudo Rio de Janeiro. Em Castro, acrescenta Wanke, os malês fundaram a “República da Sinhara”, hoje patrimônio histórico permanente com nome de fazenda Capão Alto. Eram escravos de aluguel, portanto, decidiam sobre o próprio destino. “Os que vieram para o Paraná não participaram da revolta baiana, mas eram da mesma etnia”, explica.

Caboclo “aré”

O pesquisador diz que do Sul do Estado, os caboclos se deslocaram por trilhas e encontraram índios guaranis. O encontro teria gerado o caboclo muçulmano “aré” localmente conhecido por sutil. De acordo com Wanke, esse encontro foi documentado pelos historiadores Sebastião Paraná, Telêmaco Borba e Antonio Salomão Faris Michaele.

Os sutis extraíam sal das cinzas de uma palmeira comum na outrora mata paranaense. Eles tinham até moeda própria, o “peso hueco”, utilizada nas compras e vendas de porcos, que criavam em extensos mangueirões. Segundo Wanke, eles ajudaram a desbravar a região. Em 1779, o trecho entre os rios Ivaí, Paraná e Tibagi pertencia a Castro. Em 1872, passou a pertencer a Tibagi – de onde em 1934 desmembraram-se Londrina e outras cidades do Norte do Paraná. As trilhas utilizadas pelos sutis e índios facilitaram as idas e vindas de Norte a Sul do Estado.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

A Música que levou mais de 100 pessoas a cometerem suicídio

Ao som de Domingo Sombrio mais de de 100 pessoas já cometeram suicídio. Pelo menos, é o que conta a história daquela que é provavelmente a música mais triste do mundo. A composição ficou mundialmente conhecida como “A canção Húngara do Suicídio”.

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O músico e pianista Rezső Seress, da Hungria, foi quem compôs em 1933 a sombria letra da canção Szomorú Vasárnap (título original em húngaro). Quando foi gravada por Pál Kalmár, em 1935, a canção do suicídio tomou conta das rádios na Hungria.

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Na década de 30, inúmeros casos de suicídio foram relacionados à canção. Conta-se que até mesmo antes da sua publicação, ela já fazia vítimas, o segundo editor a receber os versos se suicidou.
A lenda diz que as pessoas que se mataram foram encontras com os versos da música rabiscados em um pedaço de papel nas mãos ou que foram encontradas as letras nos seus diários.
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Versos Fúnebres

De qualquer forma, os seus versos são realmente deprimentes e melancólicos. É narrada sobre a perspectiva de quem perdeu o seu grande amor e está beira de cometer o seu próprio suicídio a fim de se encontrar com a amante.
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“O domingo é sombrio / As minhas horas sem sono / Queridas as inúmeras sombras com as quais convivo / Pequenas flores brancas não te acordarão / Não onde o treinador negro da dor te levou / Os anjos não pensam em te devolver jamais / Será que eles ficariam zangados se eu me juntasse a ti?”
“Domingo sombrio”
“O domingo é sombrio / Passados nas sombras / O meu coração e eu decidimos acabar com tudo / Daqui a pouco haverão flores e orações que dizem saber / Mas não os deixem chorar / Deixem saber o quão feliz estou por partir / A morte não é um sonho / Pois na morte eu te acaricio com o último suspiro da minha alma / Eu te abençoarei”
“Domingo sombrio”
“Sonhando / Eu estava apenas sonhando / Acordo e te encontro dormindo no fundo do meu coração / Querida, eu espero que o meu sonho nunca te persiga / O meu coração está te dizendo o quanto eu te quero”
“Domingo sombrio”
“Domingo sombrio”

Cenário Sombrio

Durante o período da depressão húngara, na década de 1930, o aspecto sombrio da música ia de encontro ao sentimento húngaro do país, que passava por uma grande depressão.
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Assim como a situação do mundo, período entre guerras e pós o colapso da queda da bolsa de valores (1929). Tal cenário pode explicar o sucesso da música e, principalmente, as histórias sombrias à ela relacionadas.

A canção do suicídio foi banida das rádios

A canção chegou a ser proibida na Hungria, o que teve resultado contrário, pois fez o interesse pela música se multiplicar.
Em 1941, foi quando a canção do suicídio realmente alcançou um sucesso estrondoso, ela foi regravada em inglês por Billie Holiday e recebeu o título de Gloomy Sunday.
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A negatividade também se repetiu, tanto que no início dos anos 40, alguns lugares nos EUA se recusaram a reproduzir os versos da canção porque elas estavam perturbando os cidadãos.

Inspiração para a música sombria

A lenda conta que a inspiração para os versos foi o término do relacionamento de Seress com uma amante. Já outras versões dizem que ele fez uma descrição do período de guerras e previu uma destruição do mundo.

É importante salientar que Seress era comunista e era pessimista em relação ao sistema vigente, então ele teria colocado os seus desapontamentos e tristezas na letra. Há ainda quem diga que a inspiração foi a namorada suicida do seu amigo László Jávor, que foi quem fez os arranjos da canção.
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O próprio compositor se suicidou

Após a música alcançar o sucesso, segundo contam, Seress se reconciliou com a amante, entretanto, logo depois, ela foi encontrada envenenada e com um bilhete nas mãos, na qual continha a letra de Domingo Sombrio.
O próprio compositor da canção do suicídio se matou. Na primeira tentativa, em 1968, Seress se jogou de uma janela, entretanto sobreviveu. Então, mais tarde, ele se matou com uma corda no hospital.
Seress se tornou mais depressivo após o sucesso da música, ele viveu pobre e leal ao partido comunista e recusou-se a receber os royalties da música nos Estados Unidos.
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Domingo Sombrio continua famosa após 80 anos

Quase cem anos se passaram, e Domingo Sombrio já foi gravada cerca de 79 vezes por diversos artistas, incluindo Lou RawlsRay CharlesElvis CostelloSarah McLachlan e Björk.
Contudo, muitas das versões foram adaptadas sugerindo que o suicídio era apenas um sonho. A canção também inspirou o filme alemão “Domingo Sombrio – uma música de amor e morte”, em 1999.
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